25 Nov 2009

O que elas gostam antes e durante...

Chapter I » Music

Damn, I´m old(er)! Longe vão os tempos em que na Universidade corria sempre a cassete com a Tracy Chapman de um lado e Susan Vega do outro.
Depois veio a fase do Cd do Magnólia (Aimee Man) e o da Amélie (Yann Tiersen) que também muito ajudou a despir.
Hoje em dia a música é escolhida mais criteriosamente. Ela deve reunir várias características por forma a maximizar a intensidade do momento. Ficam aqui umas key-points na escolha da música:
a) A música deve ser de uma artista/grupo mais underground para a HB não conhecer. Assim ao falares um bocado do artista/música aumentas uns pontos no teu valor social;
b) Ela não deve ser nem muito mexida nem muito parada, deve ter o ritmo certo para criar uma boa animosidade;
c) Deve ser inspiradora, daquelas músicas que nos fazem sonhar e sentir a vida.

Agora fecha os olhos. Imagina que chegaste a casa com a HB e ultrapassaste todas as etapas. Ela está de pé atrás. O LMR a espreitar. Estão no sofá vermelho da tua sala e decides atacar. Carrega em baixo no play. Será que sentes a HB a flutuar para o quarto ou vais fazê-lo mesmo ali?

Minha proposta de hoje:

Daniel Lanois
O que precisas saber: Canadiano, 58 anos, é um produtor e músico. Já produziu numerosos artistas como U2, Bob Dylan, Brian Eno e Peter Gabriel. E tem 12 albuns próprios de originais. Album a sacar no e-mule: Shine, 2003.

E vocês, que me propõem?

23 Nov 2009

Today´s lesson from Style - 11 pickup epiphanies

Não há dúvida que me identifico muito com o game do Style. Acho-o bastante competente, sincero e sem grandes extravagâncias, pelo que não posso deixar de partilhar convosco os conselhos que recebi dele. Aproveitem:

ELEVEN PICK UP EPIPHANIES
1. What you look like doesn't matter. But how you present yourself does.
2. Nobody is judging you. They're too busy worrying about what you think of them. So instead of seeking her approval, give her yours.
Then take it away. Then give it to her again. This is called flirting.
3. Women do actually like nice guys. They just don't like weak guys. So you can still be nice. But you must also be confident--in yourself, your opinions, and your worthiness and value in the world. In order for a woman to be with you, she needs to feel safe with you.
4. It's not enough to just be yourself. You must be your best self.
5. There's a thin but important line between being horny and being sexual. A horny man hits on a woman before she's attracted to him. A sexual man waits until she's attracted to him.
6. Just because you're interacting doesn't mean you're attracting. Learn to recognize the difference between politeness and interest.
7. To win the heart of a woman, you often have to be willing to risk losing her.
8. When a girl who you went on a date with in the past and who suddenly disappeared on you calls out of the blue, it generally means one thing - so call back right away before she finds someone else to be with that night.
9. Always call a woman the day after sleeping with her and make her feel good about having let go with you--even if you don't want to see her again or she doesn't want to see you again. Don't ruin her for other guys.
10. Don't look to your friends or family for approval as you learn the game. They may like you just the way you are, but not always for the right reasons. With some "friends," this is because when you start looking better, feeling more confident, and succeeding more than they do, you often end up reminding them of their own inadequacies and lack of growth.
11. Finally, to quote the wisdom of Canadian hockey player Wayne Gretzky, "You miss 100 percent of the shots you never take." So simply by approaching a woman and saying something, no matter how badly you may bumble, you've dramatically increased your odds of being with her.

22 Nov 2009

Será fobia ou preconceito?

Cena é (thing is:) este fim-de-semana proporcionou mais uns momentos de sarge mesmo sem o meu wing que me faz muita falta! Numa das abordagens conheci uma gata através de um opener fabricado na hora (eu sei, tenho de evitar estas coisas) e que depois correu de forma natural a conversa, foi assim:
Destroyer: O meu horóscopo dizia que ia conhecer alguém com um "R" no nome;
Target: Por acaso chamo-me TeResa!
(e pronto está a conversa iniciada).
Penso que em alguns casos qualquer opener funciona se a miúda estiver receptiva, noutros casos aplica-se o que o Style diz "Openers don´t fuckin matter!", e outros casos ainda os há, com miúdas socialmente mais fechadas e com alto valor pessoal que os openers têm de ser quase perfeitos! :)
Já agora neste caso em particular desta miúda ao fim de algum tempo ela diz-me que já tem um filho. Bom, não sei se será preconceito ou medo, mas a verdade é que quando isto acontece eu perco o interesse e saio fora. E foi o que aconteceu, de uma maneira delicada claro.
Já tentei perceber o que faz disparar o gatilho na minha cabeça mas é mais forte que eu...
Vá Cobra, insulta-me lá à vontade que mereço!

18 Nov 2009

Tua ou minha?

Ontem terça, eu e o Cobra fomos investigar o ambiente nocturno no Porto. Na esplanada da moda segui o conselho do Cobra e sentei-me num sitio estratégico com várias mesas à volta bem ornamentadas.

Atrás de nós estava uma HB estrangeira, e num primeiro olhar notei um certo feed-back (deveria ter seguido a regra dos 3 segundos mas a ferrugem ainda não desapareceu toda). E foi praticamente ela que nos "abriu" a porta ao levantar-se e pedir para olhar pelas coisas dela enquanto ia à casa de banho.
Oportunidades destas não se desperdiçam e quando ela voltou eu já estava debruçado no mapa que ela tinha deixado aberto em cima da mesa. Ela sorriu e eu expliquei que estava a ver onde ficava o meu novo apartamento no centro da cidade. Nada como um HVD para começar...
Problema foi que eu e o Cobra ficamos entusiasmados com a mesma miúda. E foi uma catadupa de HVDs... A certo ponto a HB só olhava para mim e dizia... WOW e depois para o Cobra e dizia... YEAH!...

Tenho a certeza que qualquer um de nós tinha hipótese, mas como resolver a questão? a noite e a conversa já começava a ir longa... É o que dá uma HB numa terça à noite e dois PUAs em rAFC! Aproveitando uma nova ida ao WC da miuda esclareci rapidamente isto com o Cobra e puxei dos galões por ter sido eu a iniciar o sarge.
O cobra aceitou e afastou-se do game. Dez minutos depois já estavamos a fazer no carro e uma hora depois no hotel dela (Teria sido mais rápido se encontrar mais preservativos à noite no Porto não fosse aquele triste rallye das tascas pelas poucas farmácias e máquinas de venda automáticas disponíveis).

Neste impasse penso que prevalece quem inicia o game, e de acordo com as regras dos PUAs apenas se pode sargar uma miúda já controlada em caso de desistência ou autorização do iniciador. Neste caso, com dois ao mesmo tempo, a coisa foi mais dificil, mas resolveu-se. :)

Obrigado Cobra, e quem diria: Tuesday, a fuckin-close night!

16 Nov 2009

Out of the box... again!

Caros amigos e desconhecidos (AFCs que caem aqui graças ao Google), pedimos a todos imensa desculpa por esta longa ausência de cerca de 6 meses.
Verdade é que eu e o Cobra seguimos diferentes projectos, digamos "pessoais", e por esta e por aquela razão sentimos que tinhamos que nos afastar do game. Como por vezes acontece na vida, certo? Não, nada mais errado. O game tem de viver permanentemente dentro de nós ou a rotina, a chatice, a seca e o vulgar toma conta do tempo. Resultado, acabámos sem LTRs e um pouco enferrujados, mas talvez ainda haja maneira de se salvar! :)
Espero que o regresso traga mais sabedoria e descontracção nos openers, mais naturalidade nas rotinas, e mais resultados nos closes!
Para já decidimos recuperar o tempo perdido, começando a partir do dia 1 de Dezembro o Rules of the Game, que sempre quis levar direitinho até ao fim e ainda não tive essa oportunidade. Para quem não sabe, o livro contém dentro o stylelife challenge que são missões e exercícios diários de melhorias do teu jogo a vários níveis (inner-game, aparência, entre outros).

Colocarei aqui o que achamos do challenge, se mais alguém nos quiser acompanhar será bem-vindo.

Por agora é tudo, gostaria apenas de perguntar ao Journy o que aconteceu aos foruns PUA-PT na forumj.net que vejo agora que foram desactivados! [EDIT] Ok Journy já os encontrei e actualizei o link.

Let´s play!

10 Jul 2009

Fucken AA!!

Aproximation Anxiety. Damn.
Todos pensam que a superam, todos tentam superá-la, mas será bem assim?
Sais à noite, conheces montes de miúdas e pensas que a superaste. Até que, surge aquela miúda, no meu caso, bonita, divertida, dinámica e com o olhar de tigreza e lá volta a AA.. esqueçes rotinas esquemas e negs, queres logo tudo e... muito provavelemente perdes logo tudo, pois como sabemos, quanto menos lhes ligares melhor a coisa correrá...
A verdade é esta, AA está sempre presente. É como a vontade de fumar, num momento difícil ela regressa. E ela vai aparecer. Tens é de a saber controlar, coisa que eu ainda não consigo, pelo menos quando a gata me interessa mesmo!

14 Jun 2009

Meeting Style...

Tudo se passou em Paris, no dia 13 de Junho na livraria Thé Trog, um sitio castiço mesmo ao estilo Parisiense, desarrumado e com livros empilhados até ao tecto.O Neil Strauss a caminho da Austrália enviou um mail a dar conta de que iria fazer um encontro com os seus fãs e claro, não resisti a ir conhecê-lo. Cheguei uma hora atrasado, mas não havia stress porque o Neil estava com duas de atraso.
"Agora é uma estrela" ouvi comentar pelos que esperavam à porta.
Na livraria o ambiente era esquisito, contrastando com o ar simpático e calmo do local, cerca de 20 rapazes, copiando o estilo peacock do Mystery, estavam super-excitados com as hormonas à flor da pele, falando alto e gracejando com todos os que entravam.
Um deles, até o mesmo boné e oculos de aviador tinha.
Que falta de originalidade pensei.
Não aguentei o ambiente e fui beber uma cerveja com um canadiano que pensou o mesmo que eu.
Quando regressámos, o Neil já falava para toda a plateia, com o seu estilo calmo, sincero e que emana positividade.
Começou por ler e responder a vários mails que recebeu, contudo, a maior parte das respostas eu já as conhecia porque as situações não me pareciam novas. Pareceu-me sim que esta leitura das respostas foi uma forma de acalmar a plateia e transmitir algum respeito. Algo estudado mas adequado.
Depois veio a melhor parte, responder às perguntas!
Começaram por colocar algumas perguntas básicas, sobre outros livros, sobre os motley crue, sobre o voluntariado em "emergency", e depois foi só The Game até ao fim.
Alguém perguntou se tudo no livro era verdade ao que o Neil respondeu que só se tem sucesso se formos verdadeiros em tudo na vida. Mas alguém ripostou que um PUA famoso, disse que nunca tinha conhecido o style ao contrário do que vem no livro. O Neil respondeu com calma "é que ele é tão macho-alfa!". Risota geral.
Eu falo pouco de Inglês mas felizmente para mim os Franceses falam muito pior!
Bom, foi então que tomei a iniciativa de colocar algumas perguntas. Começei por uma brincadeira para quebrar o gelo e perguntei ao Neil se ele tinha visto two girls fighting outside, e bom foi uma galhofa.
Depois, e já que o special guest era o pai dele que o acompanhava e ninguém se interessou por ele, perguntei ao pai o que ele pensava dos livros do filho.
A resposta do pai foi fantástica. Disse que estava orgulhoso do filho e que adoraria ter lido os livros do Neil quando há cinquenta anos viveu sozinho em Paris. Fantástico.
Bom, depois veio a pergunta final sobre os openers não se adequarem a Portugal e senti-me à vontade para filmar. A resposta foi que funcionam em todo o lado mas o que conta é a entrega ao momento e a naturalidade. Até aqui já sabia, mas por exemplo, ele deu o exemplo do "Flush - before or after" e eu não me atrevi a dizer que se calhar as portuguesas não usam o fio dental, mas se calhar até usam, quem sou eu para criticar? :)
Vejam o video mas pf não gozem com o meu Inglês, ok?
Conclusão final: O Neil aka Style é muito inteligente, e só sendo inteligente, simpático e dedicado se conquista um público e mais dificil ainda, uma mulher!
Um abraço,
Destroyer

11 Jun 2009

News from Style: Failure Versus Sucess

Embora qualquer um se possa inscrever na sua mailing list, confesso que é bom receber novidades do Style. São sempre momentos inspiradores:
PS: Já vos disse que vocês caros amigos PUA-PTs são demais? e vão arranjar monte de openers e HBs? :) hehehe

Style wrote:

Here is the key distinction:
The guy who fails at the game is the one who goes out looking for women to make him
feel good about himself.
The guy who succeeds at the game is the one who goes out and makes other people feel good
about themselves.

************
This first type of guy, no one wants to be around.
He is needy. He is insecure. He is reaction-seeking.
He will suck your energy dry in his selfish quest for your validation and approval.
This second type of guy is easy to be with. He radiates charisma and positive energy. You enjoy his company, as do your friends, and you want him around all the time. You trust him, feel comfortable with him, end up at his house at 5 a.m. wondering where all that time went.
Both guys do and say the exact same things but get a very different reaction from women because of the intent they are communicating.
WAIT a minute, you may say: What about negs? Their use seems to contradict this idea of making people feel good about themselves.
Think again.
When you give a woman who's often hit on a generic compliment, she will usually either ignore the remark or assume you're saying it because you want to sleep with her.
When you tease her and show her that you're unaffected by her beauty and demonstrate that you're out of her league - and THEN let her work to win you over and ultimately REWARD her with your approval, she will leave that night feeling good about herself. Like something special happened and she connected with somebody who appreciates her for who she REALLY is.
In short, a neg will buy you the credibility you need to sincerely compliment her later.
That said, I don't necessarily advocate negs; they are in many ways a temporary patch to stick onto your personality while you learn to possess real confidence and strength of character.
So, to drive this all home, here's an assignment I gave the guys in the Stylelife Challenge: Your
mission this week is to make five people feel better about themselves - with no thought as to how you come across in the process.
This can include anything from telling a parent how much you appreciate them; to making an awkward guest at a party feel wanted and included; to telling a person who just blew a lot of money on a car/outfit/ haircut how cool it looks; to giving a homeless person eye contact, smiling, and handing them five dollars.
Start developing an instinct for what someone needs to feel good about themselves and their choices, and stop worrying about what they think of you.
Pretty soon, it'll become a habit, and you'll be a social magnet forced to sign up for Half Your Dating seminars to stop your cell phone from ringing all the time.

In Your Corner,
Style

P.S. Did I mention how charismatic you look today? And I love that thing you did just now. Keep it up!

1 Jun 2009

Openers para a realidade Portuguesa

Ja todos sabemos que os openers que funcionam no EU da A não têm garantia do lado de cá do oceano. Na procura do "perfect opener" para Portugal, resolvi testar um dos do Mistery: "Would you date a man named Harman?"
Em Potuguês, "Namoravas com um gajo chamado Jasolino?". Tinha que ser um nome fora do vulgar, e creio que pequei pelo exagero, mas o que é certo é que abri um set de sete e com alguns resultados. Infelizmente acho que não estava preparado para um set tão grande, a conversa morreu e eu tive que partir para outra. De qualquer forma consegui captar algumas atenções.
Acho que não é perfeito, mas pode funcionar. A ideia de um opener é por as pessoas intrigadas de forma a que mantenham a conversa, e nisso passou com distinção. De qualquer forma para a próxima acho que tento algo menos rebuscado, como "Sarmento".

Deixem os vossos comentários sobre openers de sucesso... afinal tudo começa por aí.

1 May 2009

The thing about Neil Strauss

Ao ler o livro "the game" pelo Neil strauss é impossível não ficar admirado com a entrega total e envolvência pelo seu autor ao tema. Escrito de forma simples, talvez para os literatas ingleses demasiado simples, é apaixonante e sincero. Embora criticado por muitos, mais pela não concordância com o tema, a verdade é que relata de uma forma dinâmica esta comunidade quase desconhecida, pelo menos na altura da sua publicação.

Claro que agora ele gere o seu próprio negócio e um blog com objectivos comerciais e de auto-promoção. No entanto, acredito que embora pudesse ele apenas pensar no lucro pois apesar de tudo é uma pessoa inteligente, o jogo (game) vive mesmo dentro dele.

Pesquisei mais sobre o Neil e encontrei esta pequena entrevista dele. Reparem como o discurso não muda nada e é igualzinho ao livro. Truque? Opinem sff.

Da minha parte, só lhe tenho a agradecer!



PS: Já sacaram os capitulos grátis do seu ultimo livro Emergency?
Aproveitem que estes não se pagam e cliquem aqui